Itabaiana. Edilene responsabiliza o DNIT por acidente que Dinho da farmácia.

Responsáveis pelo órgão não falam sobre o assunto

Em pronunciamento na tribuna e entrevistas concedidas a imprensa a vereadora e vice-presidente da Câmara municipal de Itabaiana, Edilene Barros dos Santos (PSL), responsabilizou ao Departamento Nacional de Infraestrutura e transportes – DNIT, pelo acidente ocorrido na tarde de 08 de agosto no KM 55 da BR 235, ligação com a Avenida Zefinha de Capitulino no Bairro Porto, periferia da cidade, que matou Jaimilson Gomes da Silva, 36 anos, mais conhecido como Dinho da Farmácia do Trabalhador do Brasil, e deixou gravemente ferida Érvila Tarleone Santos Souza, de 26 anos.

Foi uma colisão transversal entre o veículo de passeio modelo BMW, de placa QKN 1978, conduzido por Dinho, e um caminhão tipo caçamba coletora de lixo, placa BXA 4451 que teria feito uma manobra arriscada ao tentar deixar a rodovia para entrar na avenida, resultando na colisão com o automóvel que deveria estar em velocidade acima do permitido para o local.

O local já é cenário de vários acidentes com danos materiais de proporção feridos graves e mortes desde que a avenida recebeu a pavimentação asfáltica e passou a ser via alternativa de entrada e saída da cidade, aumentando o fluxo de veículos no setor, fator pelo qual por várias vezes a vereadora e a imprensa chamaram a atenção do DNIT e da própria Policia rodoviária federal para a necessidade de uma sinalização adequada para o local.

Engenheiros do órgão já tiveram no local e conhecem a realidade, mas ainda não determinaram qualquer tipo de providencia para solucionar o problema.

Talvez espere por mais uma morte para concluir que a ligação entre a Avenida Zefinha de Capitulino e a BR 235 no km 55 precisa de uma rotula e redutores de velocidade. O procurado para falar sobre o assunto o superintendente do DNIT José Otávio Ferreira Soares não atendeu ao telefone, enquanto que o engenheiro responsável do órgão Carlos Alberto de Moreira Sarmento, disse que não podia naquele momento atender a imprensa por estar no transito dirigindo quando o repórter insistiu tentando agendar outro momento ele disse que não falaria sobre o assunto.

A pergunta que se faz é; quantos mais precisam morrer para o DNIT adotar medidas cabíveis a situação?

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